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Defesa de Vitor Hugo argumenta perda de objeto em impugnação eleitoral

Defesa de Vitor Hugo argumenta perda de objeto em impugnação eleitoral

Defesa de Vitor Hugo argumenta perda de objeto em impugnação eleitoral

Defesa de Vitor Hugo argumenta perda de objeto em impugnação eleitoral

Defesa de Vitor Hugo argumenta perda de objeto em impugnação eleitoral

Defesa de Vitor Hugo argumenta perda de objeto em impugnação eleitoral

Defesa de Vitor Hugo argumenta perda de objeto em impugnação eleitoral

Defesa de Vitor Hugo argumenta perda de objeto em impugnação eleitoral

Defesa de Vitor Hugo vê perda de objeto em impugnação; MPE cobra provas da PF

A defesa de Vitor Hugo, candidato a deputado estadual pelo MDB, protocolou uma nova petição nesta quinta-feira, 10 de outubro, na Ação de Impugnação de Registro de Candidatura (AIRC) que foi movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). A equipe jurídica do ex-prefeito de Cabedelo argumenta que o pedido do MPE perdeu seu objeto, citando uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que confirma a elegibilidade de Vitor Hugo.

Argumentos da defesa

Na petição, a defesa de Vitor Hugo ressalta que a causa de inelegibilidade mencionada (ASE 540) não possui mais eficácia jurídica para impedir o registro da candidatura, uma vez que seus efeitos estão suspensos por uma decisão colegiada do TSE. “O agravo regimental apresentado pelo MPE em 16 de agosto de 2026 contra a decisão de 3 de julho de 2026 não tem mais fundamento”, afirmam os advogados Delosmar Mendonça e Lucas Mendonça.

Acesso às provas

Os defensores também informaram ao TRE-PB que não tiveram acesso às evidências da investigação realizada pela Polícia Federal (PF) contra Vitor Hugo. Em resposta, o procurador Regional Eleitoral, Marcos Queiroga, cobrou da PF a entrega das provas relacionadas ao caso.

Implicações da falta de provas

Queiroga destacou que a falta de disponibilização das provas pode prejudicar o andamento do processo, uma vez que os prazos para a defesa de Vitor Hugo estão suspensos até que as evidências digitais sejam apresentadas. Ele enfatizou a gravidade da situação, mencionando os crimes investigados, que incluem organização criminosa, corrupção eleitoral, coação e peculato-desvio.

Concluindo, a situação de Vitor Hugo traz um cenário complexo, onde a falta de provas e a contestação da inelegibilidade podem impactar não apenas a candidatura, mas também o processo eleitoral como um todo. A continuidade do caso dependerá das decisões do TRE-PB e do fornecimento das provas pela PF.

Créditos: MaisPB

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